Sexta-feira, 24 de Maio de 2013

Veloso Motorsport estreia-se no “Avon Tyres GT4 Trophy”



Depois da primeira prova oficial de 2013, com uma óptima passagem pela Rampa da Falperra, a Veloso Motorsport está prestes a iniciar a sua época internacional no Circuito de Silverstone, onde no próximo fim-de-semana decorre a primeira jornada da “Avon Tyres GT4 Trophy”, competição que funciona como uma espécie de campeonato europeu da Categoria GT4.
Integrados no pelotão de concorrentes ao Campeonato Britânico de GT, Mauro Marques e Fábio Mota estarão ao volante do Aston Martin Vantage V8 GT4 da formação nortenha, competindo directamente contra 13 carros da mesma categoria e outros 35 de outras categorias, que formam uma das melhores e maiores grelhas de todos os campeonatos de grande turismo a nível mundial. O bonito carro britânico surge para esta prova com evoluções aerodinâmicas ao nível da asa traseira e pára-choques frontal, sendo a outra novidade o uso de pneus Avon, obrigatórios nesta competição.
Sem conhecer a pista de Silverstone, equipa e pilotos vão ter pela frente uma árdua tarefa para esta ronda, tentando reconhecer em tempo recorde a pista inglesa, assim como as melhores afinações para este emblemático traçado. Se os pilotos conseguem com o auxílio de simuladores conhecer um pouco melhor as trajectórias e formato das curvas, no aspecto técnico as coisas não se afiguram tão fáceis, mas nada que assuste o “Staff” técnico da Veloso Motorsport, que parte para esta prova com total optimismo e com total confiança na sua experiência internacional.  
A principal aposta, que resume de certa forma os objectivos da equipa, passa por lutar pelos lugares cimeiros da categoria GT4, ganhando experiência na luta com os melhores e mais competitivos pilotos e com as melhores e mais experientes equipas europeias. O primeiro contacto com a pista terá lugar no sábado de manhã, iniciando-se aí este exigente desafio que culminará com a corrida de três horas agendada para Domingo.

A corrida no Domingo terá transmissão integral no canal Motors TV entre as 13H e as 16H.

Horário:

Sábado – 25

09h00 - Treinos Livres 1 (60m)
12h00 - Treinos Livres 1 (60m)
16h30 – Treinos de Qualificação (45m)


Domingo – 26

09h00 – Warm up (10m)
13h00 – Corrida (3h)


Texto e Foto| Luis Lopes - RaceSpirit.com 

32º Ralicross Sever do Vouga com várias novidades




É já daqui a pouco mais de três semanas que se vai realizar o Ralicross de Sever do Vouga.Uma jornada pontuável para os Campeonatos de Portugal de OffRoad, Crosscar e Camião Racing, que tem por palco o Circuito do Alto do Roçário e como data, os dias 15 e 16 de junho.
Uma das novidades é o facto da pista do Alto do Roçário, receber várias beneficiações, ao nível do piso, o que tornará ainda mais rápida e espetacular esta prova do Vouga Sport Clube. Uma prova que promete ter uma boa participação de pilotos e muito público a assistir.
O regulamento desta jornada, já se encontra publicado e as inscrições já podem ser efetuadas. Aliás, segundo Paulo Tavares, o Presidente da Direção do Vouga Sport Clube, já há vários pilotos inscritos.
Na época passada, a prova de Sever do Vouga, foi a mais participada de toda temporada, além de ter sido a que mais público teve a assistir. Este ano, espera-se que idêntica situação venha a acontecer, até porque irá haver alguma novidades.
Quanto a inscritos, e face ao interesse que costuma gerar, aguarda-se que mais de meia centena esteja presente. Por outro lado, esta poderá vir a ser a primeira prova da época com a presença do Campeonato de Camião Racing. Tudo indica essa possibilidade, mas somente perto da data da realização da prova, a situação poderá vir a ser confirmada.
Dentro do grande espetáculo que é o Ralicross, e o Kartcross, este agora denominado Crosscar, vai haver uma corrida de demonstração, que já teve a confirmação de várias presenças. Referimo-nos aos Fórmulas TT, de Autocross, que este ano voltaram a dizer sim, ao convite que lhe foi dirigido pelo Vouga Sport Clube. Uma prova que não pontuará para nenhum Campeonato, visto que este deixou de existir, mas que será mais um forte motivo para uma deslocação ao Circuito do Alto do Roçário.

Henrique Chaves ambiciona nova vitória em Leiria



Henrique Chaves iniciou da melhor forma a sua campanha para conquistar o título de Campeão Nacional de Karting em 2013. Ao volante de um kart equipado com chassis Zanardi e motor Iame, preparado pelo Team FCK Motorsport, o piloto de Torres Vedras dominou a primeira prova, disputada no Kartódromo do Bombarral. No próximo fim de semana, no Kartódromo dos Milagres, em Leiria, Henrique Chaves vai lutar novamente pelo lugar mais alto do pódio, sendo claramente o principal favorito.
Henrique Chaves vai fazer tudo para reforçar a liderança no Campeonato de Portugal de Karting 2013 da categoria X30, a classe rainha do karting nacional. Na corrida final da primeira prova disputada, há cerca de um mês, no Kartódromo do Bombarral, o ‘Iceman’ português – como carinhosamente o apelidam por ter o cabelo loiro e olhos azuis claros, tal como o finlandês Kimi Raikkonen –, largou da pole-position e caminhou rumo a uma vitória categórica, deixando o segundo classificado a 4,956s.
Face à exibição da prova inaugural, em que dominou praticamente todos os acontecimentos, o piloto de Torres Vedras é naturalmente o principal favorito à vitória na segunda ronda, a disputar no próximo fim de semana no traçado leiriense, mas esse ‘estatuto’ não coloca Henrique Chaves sob pressão. “Vou correr de modo descontraído como sempre faço. Mas estarei sempre focado no lugar mais alto do pódio. Quero manter a consistência que alcancei no Bombarral, não só nesta corrida que vou disputar em Leiria, mas durante todo o campeonato”, perspetiva o piloto de 16 anos de idade patrocinado pela DAF, Caterpillar, Nile Dutch, Galp e Linde.
O vencedor da Taça de Portugal de Karting de 2012, fez, no ano passado, no traçado de leiriense, a contar para o Campeonato de Portugal, uma prova em crescendo, dado que foi terceiro classificado na primeira manga de qualificação, depois segundo na segunda manga e na corrida final bateu toda a concorrência, somando mais uma vitória ao seu currículo. “Sim, no ano passado correu bastante bem. Gosto da pista de Leiria. É bastante técnica, o que corresponde ao meu tipo de pista ideal”, sublinhou Henrique Chaves. No sábado, 25 de maio, depois dos treinos livres que decorrerão da parte da manhã, Henrique Chaves vai realizar a sessão única de treinos cronometrados de 10 minutos às 15h15, disputando depois a primeira manga de qualificação às 16h55. No domingo, dia 26 de maio, o piloto do Team FCK Motorsport vai disputar a segunda manga de qualificação às 11h00 e a corrida final às 14h25, estando a cerimónia de entrega de prémios agendada para as 16h45.

Ávila estreia-se na “Malaysian Super Series”



Rodolfo Ávila voltará ao volante do Radical SR8 da ViewQwest este fim-de-semana no Circuito Internacional de Sepang, na Malásia, para fazer equipa com o piloto de Singapura, Vignesa Moorthy.
Para o piloto português da RAEM, que é actualmente o terceiro classificado da Taça Porsche Carrera Ásia, esta será a primeira participação no campeonato “Malaysian Super Series”.
“Aceitei o convite que me foi endereçado pelo Vignesa Moorthy e pela ViewQwest. Este é o mesmo carro com que fiz a “pole-position” nos 500 Km de Zhuhai no mês de Dezembro passado, mas para esta corrida terá um motor ligeiramente melhorado”, explicou o piloto apoiado pela Asia Creative Group.
Em termos de expectativas para esta corrida, que junta viaturas de GT e sport-protótipos, Ávila não coloca a fasquia muito alta, mas sabe que a sua experiência pode ajudar o seu companheiro de equipa.
“Eu vou tomar parte das corridas de “endurance” do campeonato e a minha missão é ajudar o Vignesa a conseguir o maior número de pontos possíveis. Sabemos que a concorrência é forte, mas se a fiabilidade do carro ajudar, acredito que um lugar no pódio é perfeitamente alcançável”, afirmou o piloto de Macau.
O fim-de-semana da “Malaysian Super Series” é composto por uma sessão de qualificação e uma corrida de uma hora. 

Temporada nacional do Bompiso R T inicia-se em Lousada



Bem refere o velho ditado que "à terceira é de vez". E assim deverá acontecer, com o Campeonato a arrancar com a realização do LII Ralicross de Lousada, uma prova que marca o regresso ao Eurocircuito da Costilha. Isto, depois das duas anteriores jornadas, terem sido adiadas, por motivos diversos.
Em Lousada, e já no próximo fim de semana, vai estar o Bompiso Racing Team, com os seus três pilotos.
Joaquim Santos, com o bonito Opel Astra OPC, na categoria dos Super Car. Um carro que sofreu alguma alterações, nas oficinas de Da Luz Developpement, ao nível de carroçaria e de motor. Alterações que foram estreadas em Montalegre e que parecem ter resultado. Contudo, houve que melhorar alguns pormenores, de forma a que tudo resulte, como a alteração dos "raports" de caixa de velocidades, pois os anteriormente utilizados passaram a ser demasiados curtos. Com uma vida profissional bastante ocupada, Joaquim Santos não teve hipóteses de fazer ensaios, quanto a esta alteração, pelo que o primeiro teste dos novos "raports", será em Lousada. O Astra, este ano será o número 6.
Na categoria Super2000, vão participar Mário Teixeira, com o número 107 nas portas, e Ricardo Soares, que terá o 106. Os dois pequenos Toyota Stralet, são os dois carros menos "musculados" do pelotão, que tem 13 inscritos nesta jornada de Lousada.
Mas não será por isso que irão baixar os braços, pois irão lutar pelo melhor lugar possível. Recordemos que ambos fizeram a sua estreia na temporada passada e que os dois Starlet 1.3, foram revistos no defeso. Mas continuam a ter cerca de metade da potência, relativamente aos carros da maioria dos seus adversários.
Muito promete este regresso a Lousada, depois de um intervalo de duas épocas.

Nuno Pombo: «Foi uma estreia positiva»



A Capital Europeia do Desporto acolheu mais uma prova do Campeonato de Portugal de Ralis, o Rali Cidade de Guimarães. Nuno Pombo e Guilherme Pereira alcançaram o quinto lugar no CPR2 e décimo absoluto, na estreia do Renault Clio R3 nesta competição. 
Com uma toada defensiva, a equipa averbou o quinto melhor tempo logo no primeiro troço, "entrámos bem e sem problemas, mas nos troços seguintes tivemos muitas cautelas devido à chuva. Tivemos de esperar até à assistência, para escolher os melhores pneus para as condições que se faziam sentir, o que nos condicionou o resultado final", refere Nuno Pombo. O piloto destaca a parte da tarde, "nas especiais 7 e 9 com o piso seco, conseguimos tempos entre os melhores, mesmo da classificação geral, rodando no pódio do CPR2. Confesso que o resultado final sabe a pouco, mas não deixo de o encarar como extremamente positivo." 
Também satisfeito com o desfecho do fim-de-semana, Guilherme Pereira fazia o mesmo balanço: "foi importante todo o trabalho de preparação que fizemos nas últimas semanas. Demos mais um passo importante no nosso projecto, na estreia no Campeonato de Portugal de Ralis, tanto do Renault Clio R3, como do Nuno. Agora vamos trabalhar para o Rali Vidreiro." 
A próxima prova do CPR 2L/2RM é o Rali Vidreiro, prova a cargo do Clube Automóvel da Marinha Grande, que se desenrola no próximo dia 8 de Junho no distrito de Leiria. 
Nuno Pombo e Guilherme Pereira agradecem o apoio dos patrocinadores: Policabos, Lapp Kabel, IVV Automação, CódigoSegur, Empire - International Training Academy, Medexpansion, Imotricana e Integra Support.

Foto: Marcos Rodrigues

Quarta-feira, 22 de Maio de 2013

Circuito Primavera no Autódromo do Estoril



No próximo fim-de-semana 25 e 26, o Autódromo do Estoril vai ganhar grande animação com a segunda ronda das várias competições do Nacional de Velocidade, num vasto programa de corridas com as categorias de GT, Sport-Protótipos, Clássicos, Troféu Abarth 500, e com a aliciante participação dos Classic Super Stock, que assim fazem a sua estreia na pista do Estoril. Esperando-se assim um animado e bem disputado programa de corridas no “Circuito da Primavera” organizado pela ACDM.

.Horário:

Sábado, 25

08h15 - CPSP (sessão de treinos livres)
08h45 - CPC (sessão de treinos livres)
09h25 - Troféu Abarth (sessão de treinos livres)
10h00 - CPSP (sessão de treinos livres)
10h30 - CPC (sessão de treinos livres)
11h10 - Clássicos 1300 + TNCPH (sessão de treinos livres)
11h40 - Clássicos (sessão de treinos livres)
12h10 - CPSP (sessão de treinos qualificação 1)
12h30 - CPSP (sessão de treinos qualificação 2)
12h55 - CPC (sessão de treinos livres)
13h35 - Classic Super Stock (sessão de treinos qualificação 1)
13h55 - Classic Super Stock (sessão de treinos qualificação 1)
14h20 - Troféu Abarth (sessão de treinos qualificação 1)
14h45 - Troféu Abarth (sessão de treinos qualificação 1)
15h15 - Clássicos 1300 + TNCPH (sessão de treinos qualificação)
15h50 - Clássicos (sessão de treinos qualificação)
16h25 - CPC (sessão de treinos qualificação 1)
16h45 - CPC (sessão de treinos qualificação 2)
17h05 - CPC (sessão de treinos qualificação 3)
17h45 - CPSP (1ª corrida de 50 minutos)
19h00 - Classic Super Stock (1ª corrida de 20 minutos)

Domingo, 26

08h15 - Classic Super Stock (2ª corrida  de 20 minutos)
09h00 - Troféu Abarth (1ª corrida de 25 minutos + 1 volta)
09h55 - Clássicos 1300 + TNCPH (1ª corrida de 25 minutos)
10h45 - Clássicos (1ª corrida de 30 minutos)
11h45 - CPC (corrida  de 2 horas)
13h55 - Sessões promocionais Pirelli
14h50 - CPSP (2ª corrida de 50 minutos)
15h45 - Desfile de Clássicos
16h35 - Troféu Abarth (2ªcorrida de 25 minutos + 1 volta 2)
17h30 - Clássicos 1300 + TNCPH (2ª corrida de 25 minutos)
18h20 - Clássicos (2ª corrida de 30 minutos)

Terça-feira, 21 de Maio de 2013

Dupla portuguesa a caminho da estreia no GT4 European Trophy 2013



Decorre este próximo fim-de-semana (25 e 26 de Maio) no Circuito inglês de Silverstone, a jornada de abertura do “Avon Tyres GT4 Trophy”, competição que reúne alguns dos melhores pilotos e equipas a nível europeu e em termos de Categoria GT4, que vão competir neste evento integrados no mediático campeonato de GT britânico.
Entre os 48 concorrentes inscritos para esta primeira ronda, estão os jovens pilotos Mauro Marques e Fábio Mota, ao volante de um dos Aston Martin Vantage V8 GT4 da formação portuguesa Veloso Motorsport. As esperanças na obtenção de um bom resultado são muitas, assim como o optimismo controlado com que encaram este difícil desafio para 2013.
“Vamos para Inglaterra com muitas esperanças de conseguir bons resultados. Estamos cientes que não será fácil, mas acreditamos no nosso valor e que podemos realmente andar nos lugares cimeiros em luta com os melhores. É lógico que vamos com muita calma, até porque estamos em desvantagem perante quase todos os nossos adversários, uma vez que não conhecemos a pista e isso vai-nos obrigar a um trabalho redobrado, não só para reconhecermos o traçado, mas também para chegar às melhores afinações. O nosso carro foi evoluído em termos aerodinâmicos e temos também novos pneus. Os Avon que são utilizados neste campeonato parecem-me mais estáveis do que os pneus que usamos o ano passado, não porque sejam mais rápidos, mas porque duram mais e mantêm a competitividade durante mais tempo, isso pode ser uma mais-valia para uma corrida de três horas como esta.” Disse Fábio Mota.
“Vai ser um desafio enorme para nós, mas estou ansioso para começar o campeonato. Sabemos de antemão que não vai ser fácil lutar contra tantos e tão bons adversários, mas espero que nós consigamos andar bem e se possível na luta pelos lugares do pódio. Estivemos a treinar a pista no simulador, pelo que espero que no contacto com a pista real as coisas se tornem mais fáceis, pelo menos no que diz respeito a saber para que lado são as curvas! De resto não vai ser fácil contrariar os nossos adversários, que já conhecem muito bem Silverstone. No entanto é também isto que nos motiva, uma vez que só aprendemos e evoluímos quando temos de lutar com os melhores, e é isso que vamos encontrar nesta primeira prova. Temos um bom carro, agora é preciso adaptá-lo o melhor possível à pista e acreditar que podemos fazer uma boa corrida.” Referiu por seu turno Mauro Marques.
Os pilotos referem e agradecem ainda, o imprescindível apoio dos seus patrocinadores, Wurth, Madimarques, Sika, Pureco, CMSocks, Glassdrive, Serafim Marques, Fexxt, Wettor e Projectiva, sem cujos apoios este projecto não seria viável.
A corrida no Domingo terá transmissão integral no canal Motors TV entre as 13H e as 16H.

Horário:
Sábado – 25.05.13
09h00 - Treinos Livres 1 (60m)
12h00 - Treinos Livres 1 (60m)
16h30 – Treinos de Qualificação (45m)

Domingo – 26.05.13
09h00 – Warm up (10m)
13h00 – Corrida (3h)

Calendário Avon GT4 European Trophy 2013:

26 de Maio de 2013 – Circuito de Silverstone (Inglaterra)
09 de Junho de 2013 – Circuito de Assen (Holanda)
27 de Julho de 2013 – Circuito de Spa-Francorchamps (Bélgica)
17 de Agosto de 2013 – Circuito de Anderstorp (Suécia)
13 de Outubro de 2013 -  Circuito de Zanvoort (Holanda)

Texto e Foto - RaceSpirit.com

Pizzaria Refugio estreia-se a vencer



Depois da jornada inaugural conhecer os socalcos serranos da cidade de Valongo, esta segunda ronda trouxe novos obstáculos à pista do Complexo Desportivo Voltas e Rodas, na localidade de Lustosa em Lousada, numa organização do Clube Lousada TT. Desenrolando-se num espaço aprazível e apetecido para a prática do Trial 4x4, a prova do Lousada TT, à semelhança de outras jornadas, revestiu-se de emoções fortes e grandes disputas de puro trial 4x4. Numa jornada de Trial 4x4 em que as constantes mudanças de condições atmosféricas baralhou por completo os organizadores e as pretensões das três dezenas e meia de equipas que marcaram presença no Completo desportivo Voltas e Rodas, os irmãos Lourenço, Ricardo e Paulo, conseguiram um triunfo consistente apesar das dificuldades apresentadas pelo traçado delineado pelos homens do Lousada TT.
A principal e única competição nacional de trial 4x4 sob a égide da Federação Portuguesa de Todo Terreno Trial e Navegação 4x4, visitou pela primeira vez um espaço que detém condições únicas para a prática de desportos motorizados, de duas e quatro rodas, naquela que foi a segunda jornada do calendário nacional da modalidade, acompanhada por uma excelente moldura humana, apenas contrariada pela tarde chuvosa. A dupla Ricardo Lourenço/Paulo Lourenço (Restaurante Pizzaria Refugio) estreou-se a vencer na principal categoria do trial nacional numa jornada que apresentou um elevado nível competitivo, bem servida por obstáculo de diferentes dificuldades num palco completo, onde os declives naturais e a imaginação do homem se sobrepuseram às máquinas. A dupla do Jeep Proto assumiu a dianteira da corrida sensivelmente a meio da prova, depois de contabilizava a quarta volta. Dai até final os manos não cederam e nem mesmo alguns contratempos com os dois furos os impediram de levar a bandeirada xadrez na frente de todo o pelotão, cumprindo ao difícil traçado das encostas mais agrestes de Lustosa com total de 8 voltas (já depois de lhes ter sido aplicada uma penalização de uma volta), ao cabo das 3h de prova. Luís Jorge e Miguel Costa (Hortícolas Team), tiveram uma prova esforçada, primeiro ao ser abalroado logo nos primeiros obstáculos e depois com o campeão nacional a ficar privado do sistema de travões de trás do pequeno e potente Suzuki Samurai logo na parte inicial da prova, superando ainda assim os sucessivos ataques do regressado Alexandre Lemos (Team Serrão). O piloto de Macedo de Cavaleiros, acompanhado por José Silva colocou o Jeep Wrangler (ex: Paulo Candeias) no derradeiro lugar do pódio, não acusando o longo período de paragem. Numa prova em que o guincho e os cabos/plasmas foram essenciais na ajuda e colaboração com a equipa, Paulo Campos e Vítor Rodrigues (Disco Campos) estiveram perto de conseguir o melhor resultado em termos de campeonato, falhando o pódio apenas por escassos minutos, terminando na quarta posição com o mesmo número de voltas do terceiro. Com os lugares do pódio definidos, a incerteza quanto às posições seguintes foi uma constante ao longo da prova, com sucessivas alterações no escalonamento da classificação, face às sucessivas passagens pelas boxes para compor avariadas. O uso constante do guincho – ferramenta amiga e essencial no trial, face às condições proporcionais pelo terreno e dificuldade dos obstáculos, provocou desgastes inesperados, especialmente com as baterias e alternadores. Com uma prova bastante regular e, fazendo estatuto da experiencia adquirida ao longo de anos dedicados à modalidade Ricardo Teles e Ricardo Rocha (LRT) estiveram em bom nível no regresso ao CNTrial4x4, passando ilesos a problemas com o Land Rover e vencendo o “duelo” na luta pela quinta posição com a Roger Auto. A dupla Roger Puyal/Humberto Reis, vencedora da jornada inaugural em Valongo acusou a falta de tração dianteira da Toyota Hilux logo na parte inicial da prova. O primeiro líder ou detentor da poleposition – Pedro Costa/Filipe Alves (Preparações Badinho 4x4), acabou por ser penalizado por sucessivos problemas na Nissan Navara, terminando na sexta posição, liderando um trio de equipas que terminou com cinco voltas: a SSB Automóveis, com Rabal e Pedro a desfrutar do prazer pelo trial 4x4 numa jornada sem percalços na frente da Fevinor SA de Vítor Ribeiro e Vitorino Morais a serem penalizados pela quebra do semieixo e diferencial da Nissan, ficando sem traçãoa uma hora do final. A Padaria Flor de Ermesinde, com Miguel Rios e Tozé Sousa, perderam algum tempo em pista, numa altura em que optaram por substituir o cubo da roda da Nissan em pleno palco de todas as emoções, fechando os lugares dos dez mais da jornada de Lustosa. Nos lugares fora do “top ten”, ficaram as equipas mais azaradas desta segunda ronda, com a TaBo-Team 4x4 a ver o motor do Wrangler ceder logo após a conclusão da primeira volta; enquanto a Tuff 4x4/Grupo SM/Gigglepin, não foi feliz na estreia do Toyota Hilux no CNTrial 4x4. Vítor Sousa e Diogo Mendes, mudaram de carro, deixando a Promoção e enveredaram pela categoria “rainha”, no entanto, o desconhecimento do carro e a sua juventude – na preparação, condicionaram o resultado na estreia. Sem completar qualquer volta, a Norhigiene, que ficou privada do guincho; A Brasa d´Ouro/Torres Power, problemas mecânicos; e a JMF que depois de capotar ainda no prólogo, ficou sem guincho após o arranque.
O campeonato Nacional de Trial 4x4 está de regresso a 29 e 30 de Junho em Moimenta da Beira numa organização do Clube Desportivo de Leomil.
FRacin4x4 vence Taça Rock Crawler
Numa grelha de partida formada por quatro viaturas denominadas de «Rock Crawler» esta segunda jornada da segunda edição da Taça, começou a ser dominada por Domingos Parente e João Pinto do Team Car Jaime/Troquoro ao conseguir o melhor tempo no prólogo da manha. Emanuel Costa e Gerardo Sampaio, principais candidatos à vitória, bem cedo cederam com problemas no Chevy, quando lideravam a prova, deixando a luta pela vitória entregue ao duo Fracing4x4.com e TeamCarJaime/Troquro, com vantagem para o JK a diesel de Filipe Guimarães e Hugo Sampaio sobre o Rock Crawler a gasolina da dupla Parente/Pinto, terminando ambos com 7 voltas. O piloto de Guimarães passou para a liderança à passagem da quarta volta, antes de uma incursão pelas boxes para substituir um furo, período em que o piloto de Gondomar aproveitou para se colar ao líder, já depois de anulado o problema com o guincho. A EC4x4 ainda assegurou a terceira posição, na frente dos estreantes em provas da Taça, Miguel Horta e José Gaspar do Team Sem Rasto.
Classe Promoção e Samurai participada
Com condições climatéricas, ainda bastante favoráveis, com o sol a marcar presença numa manhã apetecível para a modalidade, as três classes Promoção do CNTrial4x4 tiveram honra de abertura das hostilidades. Foram dezasseis equipas que formaram a grelha de partida matinal em representação da Classe Samurai, Classe 1 e 2, para duas horas de pura resistência de trial 4x4. Os Suzuki Samurai, deram asas à originalidade dos pequenos 4x4 da marca nipónica, numa prova em que a incerteza quanto ao vencedor esteve condicionada pelos sucessivos problemas mecânicos, essencialmente ao nível dos guinchos, à qual a Auto Diesel passou ilesa. Pedro Oliveira e Sandro Magina, já depois de conseguirem o melhor tempo nos treinos, estiveram irrepreensíveis ao longo das duas horas de resistência, assegurando um triunfo tranquilo – que lhe permitiu ascender à liderança da competição, sem deixar de proporcionar o “tradicional” espetáculo com o pequeno Samurai ao muito público presente. Vitor Silva e Eduardo Noya (Team Suzuki Fafe) surpreenderam com um excelente segundo lugar, na frente de Álvaro Costa e Carlos Pires (Samurai 4x4 Extreme). Os vencedores da prova inaugural em Valongo, Paulo Antunes e Paulo Mendes (Tuff4x4) passaram por inúmeros contratempos em Lustosa, já depois de experimentarem a liderança, viram o semieixo ceder e, posteriormente a bobine do guincho e o plasma que arrebentou, terminando na quarta posição, na frente do Team Auto Socorro, Trava Embraia e Sublama.  
Na Classe 1, destinada a viaturas multimarcas e equipadas com pneus até 35”, inclusive, Renato Rocha e Sérgio Pereira (Sucatas David Rocha) repetiram o feito já conseguido na ronda inaugural, voltando a impor as potencialidades do Nissan Patrol, face ao bem-sucedido Suzuki Vitara de Manuel Silva e Tiago Couto (Fastlane). Esta dupla acabaria por ser penalizada com uma volta por falta ao briefing (como determina o Artº 14.3 do Regulamento CNTrial4x4 2013), que pesou certamente na luta pela vitória final, que foi determinada por escassos minutos, num duelo de gigantes e em que ambas as equipas dispensaram a assistência nas boxes. O pódio ficou preenchido com a dupla Tiago Fonseca/João Duarte (Produtor de Vinhos Luís Fonseca) num bem preparado e resistente UMM Cornil, com uma excelente estreia para a dupla do Alto Douro. A RSTT Cupra terminou na quarta posição, na frente da Sopedra4x4/Kaiser.
A Classe 2, reservada a viaturas “calçadas” com pneumáticos 36” e 37” contou apenas com quatro aguerridos e combatentes participantes. Aqui, a vitória nunca esteve em causa, face à total disponibilidade do Jeep Wrangler dos estreantes, Frederico Fernandes e António Azevedo (JMF) que tomaram bem cedo conta da liderança, deixando um serio aviso aos restantes adversários que tudo fizeram para contrariar os objetivos da dupla de Famalicão. Num duelo Land Rover, Bruno Teles e António Fonseca (LRT) evidenciaram um excelente nível de trial 4x4, sendo os que mais se aproximaram dos vencedores, terminando com menos uma volta e superando com facilidade os terceiros classificados, a dupla Bruno Calmeirão/Paulo Calmeirão (Furões TT - Vimioso). A dupla dos manos que se estrearam em competição, foram forçados a abdicar bem cedo de uma possível luta pela vitória, face à excelente preparação do defender, que acabaria por ver um cubo de roda partir-se a meio da prova e 3 furos, condicionarem a sua continuidade, assegurando ainda assim o derradeiro lugar do pódio, na frente da dupla da JiiPark, Nelson Rocha Sousa/Tiago Santos que ficaram privados do guincho equipado no Nissan Patrol devido à bobine que cedeu.

Pedro Fins venceu na Falperra e repensa continuidade no MODELSTAND



A prestação de Pedro Fins na Rampa Internacional da Falperra, ao volante do Lotus Elan 26R, saldou-se por uma vitória na classe e um 3º lugar entre os clássicos. Um resultado positivo e que deixa Pedro Fins confiante para mais algumas  provas no Campeonato de Portugal de Montanha.
"Correu tudo dentro do previsto. Ganhamos na classe, e ficámos em terceiro lugar na classificação geral dos Clássicos.
Penso que poderíamos ter sido ainda mais competitivos, mas algumas pequenas contrariedades durante o fim de semana  não nos deixaram fazer ainda melhor. Já tinha algumas saudades de guiar o Lotus, e vamos procurar estar presentes em  mais algumas rampas ainda este ano."
Já no Desafio Modelstand e Open de Ralis, os resultados com o Peugeot 206 Gti não têm sido tão positivos, o que leva Pedro Fins a equacionar a continuidade neste campeonato.
“No Desafio Modelstand temos tido um inicio de época bastante difícil e frustrante, e neste momento já faz muito sentido continuarmos, mas ainda vamos decidir em conjunto com todos os patrocinadores o que fazer em relação à nossa  continuidade no Troféu."

Miguel J. Barbosa satisfeito com o resultado



Quinto posto no Rali de Guimarães foi positivo.
Miguel Jorge Barbosa e Alberto Silva terminaram o Rali do Targa/Cidade de Guimarães na quinta posição da geral e subiram ao segundo lugar da classificação do Campeonato de Portugal de Ralis, após uma prova onde as incidências e as condições atmosféricas causaram grandes dores de cabeça à maioria dos pilotos.
Fruto do curto tempo disponível para a preparação da prova, Miguel Barbosa chegou a Guimarães ainda assim muito motivado em conseguir um bom resultado mas, as alterações climatéricas e o estado dos pisos alteraram por completo as tácticas às equipas. “Fizemos uma escolha errada de misturas de borracha dos pneus, quer de manha como de tarde, e tivemos muitas dificuldades para conseguir efectuar bons tempos nas especiais. Foi um rali demasiado imprevisível em termos de condições meteorológicas e isso fez toda a diferença. Não conseguimos ser tão rápidos como desejaríamos mas ficamos satisfeitos com o desfecho pois acabamos por não ser vítimas de nenhum problema grave. Conseguimos pontos suficientes para chegar à segunda posição do campeonato e tendo em conta todas as incidências deste rali faço desta quinta posição um resultado muito positivo”, afirma Miguel Barbosa
Com menos de três semanas para a realização do Rali Vidreiro, o piloto de Vila Nova de Famalicão aponta já todas as atenções para a preparação da próxima prova. “Já começamos a pensar no rali seguinte e vamos tentar chegar na máxima força à Marinha Grande. Ainda faltam três provas para o final do campeonato e é nisso que estamos concentrados”, disse ainda o piloto do Mitsubishi Lancer Evo
 IX.
O Rali Vidreiro, disputa-se no dia 8 de Junho, como habitualmente nas estradas da região da Marinha Grande e Pinhal de Leiria.

Decorreu em Torres Vedras a 4ª etapa do Mundial de Enduro



Conforme prometido em Espanha Luís Oliveira apareceu ao seu melhor nível para esta etapa do Mundial.
O Piloto Português disputou mais uma aguerrida luta com os Pilotos da Frente.
Acabou a prova fazendo um excelente 2º lugar no Sábado e um 4º no Domingo subindo assim para 5º lugar na classificação, apenas a 2 pontos do quarto classificado e a 13 do terceiro.
No topo desta fantástica prestação destaca-se os dois 1ºs lugares obtidos nas especiais.
Não foi a corrida que esperava fazer porque hoje não me senti bem devido à queda que dei ontem.
De qualquer forma penso que o resultado é muito positivo, mais uma vez andei nos primeiros lugares em permanentes trocas.
Vim de Espanha com o objectivo de atacar o quinto lugar e ficar perto do 4º e consegui. O constante melhoramento da minha Yamaha tem ajudado muito.
Quero agradecer ao publico presente em Torres Vedras que me deu um apoio incrível,
aos meus patrocinadores e a todos os que me apoiam.

Bruno Oliveira ‘focado’ para Leiria



Bruno Oliveira vai disputar no próximo fim de semana, no Kartódromo dos Milagres, em Leiria, a segunda prova do Campeonato de Portugal de Karting da categoria X30, a classe rainha do karting português. O piloto do Team FCK Motorsport mostrou na prova inaugural, disputada no Kartódromo do Bombarral, que tem todas as capacidades para lutar pelos primeiros lugares, já que ficou a escassas 0,025s da volta mais rápida, pelo que no traçado leiriense pode, com legitimidade, lutar pela vitória.
Na primeira prova, disputada no Bombarral, apesar de um toque de um adversário ter impedido Bruno Oliveira de obter uma boa classificação, o piloto de Leiria está motivado para a segunda prova do Campeonato de Portugal de Karting, a disputar no próximo fim de semana, no Kartódromo dos Milagres, em Leiria. O objetivo passa, como já referiu o piloto do Team FCK Motorsport no início da época, lutar sempre em cada prova pela vitória, apesar de se estrear este ano a correr na categoria X30. “Sinto-me muito confiante neste momento. Na última corrida, apesar dos azares, mostrámos que eu e a minha equipa temos capacidade para lutar pelos primeiros lugares”, sublinha Bruno Oliveira.
O facto do jovem leiriense ter estabelecido a segunda volta mais rápida na primeira prova, ficando a 0,025s da melhor, efetuada pelo seu colega de equipa Henrique Chaves, é um indicador de que pode lutar pela vitória, ou no mínimo, por um dos lugares do pódio. “Na corrida final da primeira prova, sabíamos que íamos estar com um andamento para rodar entre as três primeiras posições. Infelizmente, tivemos um azar, e não foi possível lutar por esses lugares. O facto de ter rodado nas voltas mais rápidas da primeira prova do campeonato, só nos dá motivação para as próximas corridas e mostra a competitividade com que vamos chegar a Leiria”, acrescenta piloto patrocinado pela YUDO, VANGEST, DMG, contando igualmente com o apoio da INAUTOM, EXTREME, HARCHI, DISTRIM, GRANDESIGN e NEXTVISION.
O circuito de Leiria é particularmente especial para o vice-campeão nacional Júnior em 2012, não só porque fica perto de casa, mas porque foi lá se estreou numa competição de nível nacional, disputando a Taça de Portugal de 2006. Mas o piloto que corre aos comandos de um kart equipado com chassis Zanardi, está naturalmente ciente de que o facto de correr em ‘casa’ não é uma vantagem considerável face aos seus adversários, porque também eles se preparam regularmente no traçado de leiriense.
No sábado, 25 de maio, depois dos treinos livres que decorrerão da parte da manhã, Bruno Oliveira vai realizar a sessão única de treinos cronometrados de 10 minutos às 15h15, disputando depois a primeira manga de qualificação às 16h55. No domingo, dia 26 de maio, o piloto do Team FCK Motorsport vai disputar a segunda manga de qualificação às 11h00 e a corrida final às 14h25, estando a cerimónia de entrega de prémios agendada para as 16h45.

Hélder Rodrigues satisfeito com exigente treino



Piloto português prepara-se para a próxima corrida do mundial de TT.
Enduro continua a ser uma modalidade muito querida do antigo campeão do mundo.
Campeão Mundial Júnior em 2000 e por sete vezes campeão nacional de Enduro, Hélder Rodrigues regressou no passado fim-de-semana às competições internacionais desta muito exigente disciplina, que congrega especiais de cross com trial e ainda um troço de rali tt. O piloto da Honda, Red Bull e TMN participou no GP Portugal, prova que se disputou em Torres Vedras e que trouxe até ao nosso país a elite mundial dos pilotos de Enduro.
 “Foi um fim-de-semana bom. Uma corrida destas, perto de casa é um privilégio para mim. O mais importante foi treinar bem e acabar a corrida sem lesões, porque daqui a duas semanas tenho a Sardenha e tenho de estar em forma”, salientou Hélder Rodrigues que referiu ainda: “Esta modalidade é uma excelente base para os ralis e uma grande escola. Competir aqui ajuda-nos a manter a forma e a pensar depressa em cima da moto e assim sermos mais rápidos”.
O Sardegna Rally Race disputa-se de 31 de Maio a 5 de Junho. Hélder Rodrigues irá participar nesta terceira etapa do Campeonato do Mundo de Todo-o-Terreno aos comandos de uma Honda da equipa oficial nipónica.

José Eduardo Rodrigues filho e neto de Campeões



Chama-se José Eduardo Rodrigues, é um jovem do Vale do Sousa com 14 anos de idade, completados há menos de um mês e é da terceira geração de uma família de Campeões. Tudo, porque é neto de Eduardo Rodrigues e filho de José Rodrigues, os dois pilotos do Reboconort Racing Truck Team. Dois pilotos dos camiões, cujos nomes são bem conhecidos, tanto nacional, como internacionalmente.
E agora, vai ser vez do jovem José Eduardo. Para já vai dar os primeiros passos no desporto automóvel. Ainda não vai ser nos camiões, pois a idade não o permite, mas assim vai acontecer no Ralicross, e no Campeonato de Portugal de Iniciação.
Os treinos já começaram e a sua primeira prova é já em breve. A sua estreia, é no próximo fim-de-semana, no Ralicross de Lousada, prova que se disputa no Eurocircuito da Costilha.
José Eduardo Rodrigues sentou-se pela primeira vez num carro de competição, em Sever do Vouga, há cerca de duas semanas. Deu algumas voltas ao traçado do Alto do Roçário e gostou. No final, referiu. "Gostei muito. Ainda tenho que aprender muita coisa, pois nunca tinha conduzido um carro. Mas a experiência está a se muito boa".
Além dos automóveis, em que está a dar os primeiros passos, José Eduardo já joga futebol, há uns tempos. "Gosto muito de jogar futebol, mas agora gosto muito mais de conduzir. Vou fazer mais uns treinos e acho que vou adorar a primeira corrida".
Primeiro com o avô, depois com o Pai, lá foram acontecendo uns treinos. Muito jeito, já o jovem demonstrou ter. Agora, falta-lhe somente, mais alguma experiência.
E, se calhar, daqui a dois anos, ainda vamos ter o jovem José Eduardo Rodrigues, ao volante um camião, a competir com o Pai e o avô. Três gerações, nas mesmas provas, uma situação que não nos lembrámos de acontecer.
Além de tudo o mais, será o mais novo piloto de automóveis do Vale do Sousa, pois até ao momento, nunca nenhum competiu, oficialmente, em corridas de automóveis, com a idade de 14 anos, como tem o José Eduardo.
O carro vai ser um Toyota Starlet, adquirido à DriveTech, de Olavo Ribeiro.

Domingo, 19 de Maio de 2013

Miguel Oliveira traído por piso húmido



Apesar da pista de Le Mans se ter apresentado húmida antes da partida para a corrida de Moto3 do Grande Prémio de França, quarta jornada do Campeonato do Mundo de MotoGP, a existência de uma linha seca ao longo de todo o traçado fez com que a prova fosse declarada como Seca.
Com pneus slick, tal como o resto do pelotão em função da decisão da Direcção de Corrida, Miguel Oliveira fez uma partida cautelosa da segunda posição da grelha para passar sem problemas pelas complicadas primeiras curvas do circuito gaulês na quinta posição. Inserido no grupo da frente, o jovem da Mahindra Racing manteve-se sempre muito atento aos rivais e foi em busca das oportunidades de ultrapassagem para subir na classificação e manter-se com os líderes.
Contudo, ao cabo de cinco voltas o piloto de Almada viu-se traído pelas condições traiçoeiras da pista e acabou por perder o controlo da MGP3O na Curva 2 ao tocar na zona húmida do asfalto após ter sido ultrapassado por Alex Márquez, com quem levava a cabo animado despique.
“Saio de Le Mans com um sentimento misto. Insatisfeito por não terminar a corrida como queria e satisfeito por sentir que demos um passo em frente na evolução da moto,” adiantou o português. “Fiz o que tinha de fazer, e estava a levar a cabo uma corrida isenta de erros, mas a Curva 2 estava bastante fria e foi crucial para perder a frente.”
“A equipa, obviamente, não está satisfeita com o resultado do fim-de-semana, primeiro pela lesão do meu companheiro de equipa Efren Vasquez e depois porque não merecia terminar a jornada com uma queda. O meu pensamento já está na próxima corrida em Mugello, onde a equipa tem novas ideias para colocar em prática.”

Tiago Monteiro perto do pódio.



Tiago Monteiro conseguiu o quarto lugar na segunda corrida do WTCC em Salzburgring na Áustria, depois de ter estado grande parte da prova no terceiro lugar. Na corrida 1, e graças a uma penalização imposta aos carros Honda por infração regulamentar, Tiago Monteiro saiu da penúltima posição da grelha e cruzou a linha de meta no 13º lugar.
Assim e para garantir ter o Honda Civic em plenas condições, Tiago Monteiro e a sua equipa optaram por na corrida 1 fazer uma prova cautelosa: "Apesar de estarmos com um bom ritmo não arriscámos nada. Recuperámos várias posições mas sem correr riscos. A sair de tão detrás não havia razão para arriscar e deitar tudo a perder para a corrida 2. Ainda assim chegámos ao 13º lugar", disse Tiago Monteiro.
Na segunda corrida, tudo foi diferente, Tiago fez um arranque notável e recuperou de imediato um lugar colocando-se no terceiro posto. Manteve-se assim até perto do final: "O andamento era muito bom mas na reta era muito difícil aguentar os Chevrolet. Acabei por ser passado. Foi um resultado muito importante para mim pessoalmente mas também para a equipa. Continuámos o processo de evolução do carro e agora há que continuar a trabalhar já focados na próxima corrida", rematou o piloto português.
A próxima jornada do WTCC terá lugar em Moscovo na Rússia a 8 e 9 de Junho.

Luís Correia no pódio do GP de Portugal



Antoine Meo (E1), Alex Salvini (E2) e Christophe Nambotin (E3) repetiram as vitórias
Vencedores com triunfos bem mais folgados.
Com muitos milhares de espectadores a acompanhar a prova, Torres Vedras recebeu este fim-de-semana a jornada portuguesa do Mundial de Enduro, a sua quarta etapa de 2013, depois de Chile Argentinha e Espanha. A competição organizada pelo Clube Ecomotor na bonita Região do Oeste proporcionou um magnifico espectáclulo, com o muito público presente a vibrar com a genialidade técnica dos vários campeões do mundo presentes, entre a centena de pilotos inscritos.
Pilotos latinos repetem triunfos.
No terceiro dia de prova o programa desportivo deste GP de Portugal desenrolou-se, tal como na véspera, ao longo de um percurso com 35 quilómetros de extensão, que foi percorrido por quatro vezes. Em três pontos desse duro e difícil traçado, os pilotos tinham complementarmente de enfrentar as três especiais cronometradas de Enduro, Extreme e Cross, cujo somatório dos tempos dava origem à classificação final. Cada prova do Mundial de Enduro é uma dupla jornada, pelo que no dia de hoje estava em jogo mais uma pontuação para o campeonato.
Em todas as classes, com excepção das senhoras, os vencedores foram os mesmos da véspera, ou seja, confirmou-se o domínio dos pilotos latinos em terras lusas.
Na Classe E1, Antoine Meo (KTM), o actual lider do campeonato, dominou de forma clara. Venceu seis das doze especiais disputadas e triunfou com uma vantagem de 44,05s, uma margem bem superior à que tinha conseguido na vèspera. Segunda posição para outro francês, Anthony Boissiere da Sherco que bateu na derradeira especial o finlandês Matti Seistola da Husqvarna, terminando ambos separados por escassos 0,57s.
Na Classe E2 Alex Salvini da Honda voltou a dominar, repartindo todavia o triunfo nas especiais com os pilotos da KTM, Ivan Cervantes e Johnny Aubert. O piloto italiano foi o que melhor tempo absoluto averbou nas especiais de Enduro e Cross, ao longo dos dois dias de prova, ficando Antoine Meo com a melhor marca da Extreme, a única que viu o seu tempo melhorado na jornada de hoje.
A segunda posição pertenceu ao espanhol Ivan Cervantes que ficou a 37,92s enquanto o terceiro classificado foi o atual campeão Pierre-Alexandre Renet, da Husaberg, piloto que, em 2012, tinha triunfado na prova portuguesa.
A Classe E3 assistiu ao domínio impresionante do francês Christophe Nambotin (KTM), Campeão do Mundo 2012, que venceu todas as especiais terminando com uma vantagem de 57,05s sobre o também francês Mathias Bellino (Husaberg), piloto que travou um animado duelo com o português Luís Correia, da equipa oficial Beta. Os dois terminaram separados por 15,82s.
De salientar que Christophe Nambotin foi desta vez o piloto mais rápido em termos absolutos, com menos 4,02s que Alex Salvini.
Nas restantes três classes em disputa, as vitórias pertenceram ao australiano Mathiew Philips (Husqvarna) entre os Júniores, que terminou com 15,72 de vantagem sobre o italiano Giacomo Redondi, enquanto na Youth Cup o mais rápido voltou a ser o inglês Jamie McCanney (Husaberg). Entre as senhoras a campeã do Mundo Laya Sanz (KTM) regressou à competição onde exerceu um domínio avassalador, terminando com uma vantagem de 2m58,59s sobre a australiana Jessica Gardiner (Sherco) vencedora ontem.
Novo pódio para Portugal.
Entre os pilotos portugueses de destacar nova subida ao pódio por parte de Luís Correia, um resultado que lhe permite manter o 4º lugar que já ocupava na Classe E3 passando agora a estar mais perto dos dois pilotos que estão à sua frente.
Luís Oliveira não conseguiu repetir o pódio da véspera mas o 4º lugar permite-lhe reforçar a sua posição no mundial  da Classe Júnior, onde está apenas a dois pontos do 4º lugar.
Na Youth Cup, Henrique Nogueira (TM) voltou a ser 7º classificado, depois de ao longo da corrida ter por mais de uma vez ocupado o 5º posto.
Hélder Rodrigues piloto oficial da equipa Honda de Todo-o-Terreno e antigo campeão do mundo desta modalidade, marcou mais uma vez presença encarando esta participação como um treino para nova jornada do mundial de TT que se disputa no fim deste mês na Sardenha.

Filipa Sanguedo no Rali Cidade de Guimarães



Uma prova cheia de pequenos azares…
O Rali Cidade de Guimarães marcou a estreia de Filipa Sanguedo em provas do Open. Depois de Ralis de pequena extensão, foi agora a vez de uma prova com mais quilómetros, na qual a jovem estudante de economia, foi acompanhada por Filipe Fernandes, o conhecido "Fifé". Mas, esta estreia em Ralis de maior envergadura, ficou marcada por vários azares.
Primeiro, e logo à partida, o sistema de intercomunicação deixou de funcionar. A Filipa não conseguia ouvir o Fifé, e vice-versa. A comunicação, quase que passou a ser só feita por gestos.
Depois, e como se o azar ainda não chegasse, saiu a vareta do óleo e este começou a saltar sobre os coletores de escape. Muito fumo, uma paragem para ver o que se passava e mais um azar. Além de muitos minutos perdidos.
O que deveria ser uma diversão, passou a ser uma tormenta, pois a seguir, houve problemas com a direção do Peugeot 306, carro que tão bem se tinha "portado" nos testes anteriores a esta jornada.
"Esta foi a prova com maior quilometragem que fiz até ao momento. Gosto dos Ralis, mas este fica marcado por vário azares, que retiraram todoo prazer da condução. Deixou de ser uma diversão. Tanto eu como o Fifé, fizemos uma grade esforço para chegar ao final". Confessou Filipa Sanguedo, completando de seguida. Não era um Rali fácil, até pelas condições atmosféricas que se fizeram sentir. Mas, sem conseguir ouvir o Fifé, e as notas que ele ditava, ainda foi muito mais difícil".
Quanto às próximas participações, nada está ainda definido. Filipa Sanguedo deverá participar em mais algumas provas, nomeadamente Ralis e Ralicross, mas sem ainda se saber quais serão.

Troféu Abarth 500 Portugal



Andar nos lugares cimeiros no Estoril.
Depois da estreia auspiciosa no Troféu Abarth 500 Portugal, com duas presenças no pódio, José Rodrigues prepara já a segunda prova do ano que tem lugar no Autódromo do Estoril nos dias 25 e 26 de Maio.
Vai ser mais uma novidade que o piloto de Braga vai enfrentar de algumas que terá pela frente este ano, mas que são encaradas com extremo otimismo e com vontade de aprender ao máximo para alcançar os melhores resultados: “As minhas expectativas são boas mas, como é óbvio vai ser muito complicado por não conhecer o traçado, ao contrário dos meus adversários, para além de ainda não estar completamente à-vontade com o carro”, começa por afirmar o jovem piloto que, depois do que fez nas primeiras duas corridas, traça já um objetivo para mais esta etapa: “Quero sempre andar ao ritmo dos lugares cimeiros, para poder lutar pela vitória. Depois dos excelentes resultados obtidos em Braga, acho que me incluí numa «luta», onde inicialmente estava convencido que não ia ser a minha”.
Apesar de estar a dar os primeiros passos do Desporto Automóvel, José Rodrigues sabe que tem que ter os pés bem assentes na terra e obter a maior experiência possível com vista ao futuro: “Acima de tudo, neste momento, o importante é evoluir as minhas capacidades”, sublinha.
Já sobre esta presença no Autódromo do Estoril, o piloto da capital do Minho não hesita em afirmar que se trata: “Também a realização de um pequeno sonho de criança, poder correr num circuito tão emblemático como é este”, concluiu.

Sábado, 18 de Maio de 2013

Grande regresso de Adruzilo Lopes



Condições atmosféricas traíram Ricardo Moura, enquanto Joaquim Bernardes teve bons indicadores, Diogo Salvi abandonou depois de ter liderado o Open de Ralis.
Esta foi uma etapa pouco positiva para as intenções da ARC Sport, que não conseguiu atingir totalmente os seus objectivos. Ficou o registo positivo da excelente prestação de Adruzilo Lopes, ao alcançar um fabuloso 2º lugar da classificação geral, vencendo também de forma inequívoca o Agrupamento de Produção. Parado há cerca de dois anos, Adruzilo Lopes brilhou nas especiais de Guimarães, acompanhado por Vasco Ferreira, ao volante do Subaru Impreza R4 da ARC Sport.
“Foi um excelente regresso e um bom resultado. A equipa executou um magnífico trabalho ao longo de uma prova que se mostrou bastante difícil, devido às condições atmosféricas adversas”, afirmou Adruzilo Lopes que planeia de reaparecer nas restantes provas de asfalto do Campeonato de Portugal de Ralis.
Ricardo Moura e António Costa abandonaram demasiado cedo. Os Bicampeões de Portugal de Ralis não tiveram a sorte do seu lado na estreia do Skoda Fabia S2000 em provas de asfalto. Depois de vencer a segunda especial de classificação, o terceiro troço da prova do Targa acabou por ditar o abandono.
“Não tivemos uma estreia positiva com o Skoda S 2000 no asfalto, mas de qualquer forma, e apesar de todas as dificuldades, mostrámos a nossa rapidez. O rali de Guimarães foi uma prova complicada com condições atmosféricas muito inconstantes. Antes da PEC 3 ainda fiz algumas alterações na suspensão de modo a endurecer, no entanto à partida para a especial começou a chover com intensidade. Assim, fomos para o troço com um set up
de suspensão para seco, pneus de seco com uma mistura dura. Ou seja tudo ao contrario das condições de piso. Numa direita rápida feita em quinta velocidade, o carro descolou de traseira subitamente e bateu com a roda de trás esquerda num morro de terra partindo a suspensão e forçando ao abandono. Eram condições difíceis e deveríamos ter sido mais cautelosos, sobretudo pelo pouco conhecimento que temos do carro no asfalto. Fica no entanto a satisfação de termos tido a sorte do carro não ter muitos estragos”, desabafou Ricardo Moura.
Joaquim Bernardes e Pinho de Almeida deixaram indicadores positivos entre as viaturas de duas rodas motrizes. De regresso aos pisos de asfalto, embora molhados, o piloto conseguiu alcançar bons tempos. Uma indisposição do navegador na parte final da prova impediu um melhor resultado.
“Acabou por ser uma experiência positiva, pelas condições climatéricas que encontrámos. Deixámos fugir o 3º lugar do CPR2 já na parte final do rali, devido a indisposição do meu navegador. Sinto que em pisos de asfalto poderei andar mais ao ritmo dos pilotos da frente”, disse Joaquim Bernardes.
Entre os concorrentes do Open de Ralis, Diogo Salvi e Paulo Babo acabaram por abandonar, depois de registarem excelentes tempos, passando inclusivamente pela liderança da prova.
“Entrámos bem na primeira especial da prova, averbando o melhor tempo da geral, mesmo entre os concorrentes do CPR. Com o abandono do nosso principal adversário, pensámos em gerir o andamento, mas infelizmente o motor do carro não colaborou, acabando por partir”, lamentou Diogo Salvi que já só pensa na sua participação no Rali do Centro.
Esta acabou por não ser uma etapa positiva para a ARC Sport.
“Foi um rali muito complicado e marcado pelas condições atmosféricas adversas, que dificultaram as escolhas dos pilotos. A equipa ficou feliz pelo excelente regresso do Adruzilo Lopes, mas lamento sinceramente o azar do Ricardo Moura, que no entanto demonstrou bons andamentos. Palavras de apreço pela prestação do Joaquim Bernardes, lamentando igualmente o azar do Diogo Salvi. Há ralis assim…”, concluiu Augusto Ramiro.

Dois portugueses no pódio do GP Cross Pro Portugal



Vitórias de Antoine Meo (E1), Alex Salvini (E2) e Christophe Nambotin (E3)
Luis Oliveira foi 2º (EJ) e Luís Correia 3º (E3)
Com o sol a regressar a Torres Vedras, a jornada portuguesa do Mundial de Enduro trouxe até à Região do Oeste muitos espectadores que tiveram a oportunidade de assistir a uma verdadeira parada de estrelas com a presença de vários campeões do mundo, numa prova de teve ainda a particularidade de ver, no final deste primeiro dia de corrida, dois portugueses subirem ao pódio.
Triunfo dos pilotos latinos
O programa desportivo deste GP Portugal desenrolou-se ao longo de um percurso com 35 quilómetros de extensão, que foi percorrido por quatro vezes, de forma ininterrupta, ao longo de oito horas, com a partida da primeira moto a ser dada pelas nove horas da manhã. Pelo meio os pilotos tinham de enfrentar três especiais cronometradas de Enduro, Extreme e Cross.
A Classe E1 foi inicialmente dominada pelo finlandês Juha Salminen, piloto oficial da Husqvarna, que chegou a ter 13s de vantagem após a 3ª especial. Foi a partir daí que Antoine Meo (KTM), o actual lider do campeonato iniciou o seu ataque tendo passado para o comando logo no início da derradeira volta. Terminou com 12,29s de vantagem sobre o finlandês da Husqvarna, tendo ganho oito das doze especiais disputadas. 3º lugar para outro finlandês, Eero Remes (TM).
Na Classe E2 o italiano Alex Salvini da Honda dominou de início a fim, mas acabou por ser o vencedor que terminou com menor vantagem. Ganhou seis especiais, mais uma que o espanhol Ivan Cervantes da KTM e no final a diferença entre ambos resumiu-se a 6,78s. O piloto italiano foi ainda o mais rápido em termos absolutos. O francês Johnny Aubert (KTM), antigo campeão do mundo, venceu a derradeira especial e terminou no lugar mais baixo do pódio.
Depois de uma queda na Super Test o ter colocado na antepenúltima posição, o atual campeão Pierre-Alexandre Renet, da Husaberg, conseguiu recuperar até à 4ª posição, ficando a escassos 2,66 do pódio.
A Classe E3 foi de entre as principais aquela que mais entusiasmou os portugueses, já que Luís Correia, piloto oficial da Beta, teve um excelente comportamente. Venceu duas especiais, discutiu o triunfo quase até final e terminou com inteira justiça num dos lugares de pódio. Até à entrada da derradeira volta a liderança pertenceu ao estóino Aigar Leok(TM), mas o ataque do Campeão do Mundo 2012, Christophe Nambotin (KTM) foi fortíssimo e o francês terminou com uma vantagem de 15,64s para Leok e 25,70s para o piloto português.
De salientar que no conjunto das três classes foram nove os pilotos que terminaram dentro do mesmo minuto, entre os quais Luís Correia, o que para um tempo total cronometrado de mais de uma hora de prova, não deixa de ser significativo da enorme competitividade desta modalidade.
Nas restantes três classes em disputa, as vitórias pertenceram ao australiano Mathiew Philips (Husqvarna) entre os Júniores, que ficou 33,36s à frente de Luís Oliveira, enquanto na Youth Cup o mais rápido foi o inglês Jamie McCanney (Husaberg). Entre as senhoras de registar a ausência da campeã do Mundo Laya Sanz (KTM), que apenas regressará amanhã à competição. O traçado de extrema dureza criou muitas dificuldades às concorrentes femininas tendo a vitória final pertencido à australiana Jessica Gardiner (Sherco).
Portugueses em destaque
Entre os pilotos portugueses já destacámos os lugares de pódio obtidos pelos pilotos Luís Correia e Luís Oliveira. Resultados que permitem ao primeiro manter o 4º lugar que já ocupava na Classe E3, enquanto o segundo sobe uma posição na Classe Júnior, de sexto para quinto.
Na Youth Cup, Henrique Nogueira (TM) foi o 7º classificado, enquanto Diogo Ventura foi forçado a abandonar com problemas na sua Yamaha.
Na Classe E1 competiram Gonçalo Reis (KTM) e Hélder Rodrigues (Honda). O primeiro abandonou devido a problemas fisicos, enquanto o consagrado piloto oficial da equipa Honda de Todo-o-Terreno, se esforçou por acompanhar um ritmo de corrida que é completamente diferente do das longas maratonas de rali raid.
Amanhã os concorrentes regressam à competição num programa exactamente igual ao de hoje e onde vai estar em jogo nova pontuação para o Campeonato do Mundo de Enduro

Oliveira na primeira linha da grelha em Le Mans



Miguel Oliveira esteve em grande plano neste sábado, segundo dia da quarta jornada
do Campeonato do Mundo de MotoGP que se disputa em Le Mans, ao garantir a segunda posição da grelha de partida para o Grande Prémio de França deste domingo
a apenas 0,110s do mais rápido, o rival Maverick Viñales.
O jovem da Mahindra Racing, actual sétimo classificado da geral, começou o fim de semana de forma tranquila, avaliando as condições da pista e tratando de encontrar a melhor afinação para MGP3O, mas neste sábado não tardou a mostrar quais as suas intenções.
Quarto mais lesto da manhã, a 0,693s da frente, o piloto de Almada mostrou-se ainda mais forte durante a tarde ao registar a marca de 1m43,806s, o que representou uma melhoria de 1,6 segundos face ao seu melhor tempo conquistado na sessão matinal e fez com que pela primeira vez este ano a primeira linha da grelha não fosse totalmente composta por pilotos espanhóis.
“Estava a sentir problemas com as sensações do trem frontal e em curva, pelo que alterámos a afinação do garfo para hoje e andámos na direcção certa. No final consegui fazer uma grande volta. Estou mesmo contente por estar na primeira linha! Significa que amanhã não tenho de recuperar posições; posso concentrar-me no grupo dos pilotos mais rápidos desde o início,” afirmou o jovem português.

GP de Enduro de Portugal arrancou com Super Test



Torres Vedras em festa, na recepção a muitos campeões do mundo.
Vitórias de Juha Salminen (E1), Alex Salvini (E2) e Mathias Bellino (E3).
Em Torres Vedras arrancou esta noite a jornada portuguesa do Mundial de Enduro que trouxe até à Região do Oeste vários campeões do mundo, para um dos maiores eventos desportivos que este ano se realizam em Portugal.
O Paddock, instalado no Parque Regional de Exposições (Expotorres) tem uma moldura impressionante com a presença de nada menos do que sete equipas de fábrica – KTM, Husaberg, Husqvarna, Beta, Gas Gas, TM e Sherco – e ainda equipas apoiadas por grandes construtores como é o caso da Honda e Yamaha. Ao nível de pilotos a prova organizada pelo Clube Ecomotor conta com mais de uma centena de inscritos e a presença da elite mundial desta modalidade.
Super Especial noturna a abrir o programa
O programa desportivo deste GP Portugal, que se estende até Domingo, iniciou-se com uma especial noturna, que teve lugar junto ao Paddock. Um espetáculo que, apesar da chuva que teimou em cair, foi muito interessante para o vasto público presente.
Na Classe E1 a super especial foi dominada pelos finlandeses Juha Salminen e Matti Seistola, ambos pilotos oficiais da Husqvarna, que terminaram separados por 0,8s e se colocaram à frente do francês Antoine Meo (KTM) o actual lider do campeonato. Juha Salminen foi o piloto que averbou ainda o melhor tempo absoluto.
Na Classe E2, onde os triunfos no mundial têm sido mais repartidos, o mais rápido na Super Especial foi  o italiano Alex Salvini da Honda, que gastou menos 1,78s que o francês Johnny Aubert (KTM), sendo seguido pelo espanhol Ivan Cervantes da KTM.
O atual campeão Pierre-Alexandre Renet, da Husaberg, não foi além da antepenúltima posição.
Na Classe E3 o mais rápido foi o francês Mathias Bellino (Husaberg), que em termos absolutos realizou a segunda melhor marca da noite. Segunda posição para o Campeão do Mundo 2012, Christophe Nambotin, enquanto o terceiro tempo pertenceu ao estóino Aigar Leok(TM). 
Entre as senhoras, a campeã do Mundo Laya Sanz (KTM) dominou sem contestação à frente da francesa Juliette Berrez (Yamaha) que gastou mais dez segundos e da inglesa Jane Daniels (Husaberg), terceira classificada.
Portugueses em destaque
Entre os pilotos portugueses o destaque vai para o terceiro tempo obtido na Classe Junior por Luís Oliveira (Yamaha) enquanto que, na Youth Cup, Henrique Nogueira (TM) foi o 4º classificado e Diogo Ventura (Yamaha) o sexto.
Luís Correia, piloto oficial da Beta e que no mundial ocupa o 4º lugar na Classe E3, sendo uma das grandes revelações desta temporada, realizou o 9º tempo, enquanto na Classe E1 Gonçalo Reis (KTM) foi 13º, à frente Hélder Rodrigues (Honda). 
Dois dias com novas especiais e zonas espetáculo ainda mais acessíveis
Nos próximos dois dias a competição desenrola-se ao longo de um percurso com 35 quilómetros de extensão, que será percorrido por quatro vezes de forma ininterrupta ao longo de oito horas, com as hostilidades a começarem às nove da manhã. Extremamente acessível para os espectadores a prova montada pelo Clube Ecomotor tem parques de estacionamento próximo das várias especiais.
A Extreme Test terá lugar na Pedreira do Figueiredo, junto ao Eco Parque e disputa-se num percurso de 1200 metros absolutamente natural. A especial de Enduro Test tem início a apenas 200 metros da Extreme Test e estende-se, com 5.300 metros de extensão, até à povoação da Orjariça.
Derradeira especial de cada ronda a Cross Test está localizada a 100 metros do Padock e conta com grandes saltos, tanto a subir como a descer ao longo dos seus 4.000 metros de extensão.